Desde longa data ouvimos falar,
em determinados momentos, sobre a melhor profissão, a profissão mais antiga ou
a profissão mais desejada. Mas poucas vezes se fala naquela que envolve a
criação de muitos problemas, em virtude de o seu trabalho revelar menos
eficácia.
Certamente que já compreenderam que
estamos a falar do serviço de distribuição dos CTT. De quando em vez, lá surge
uma queixa, mais no meio rural que na urbe, sobre o atraso de correspondência,
mormente dos jornais.
Infelizmente, essa ineficácia
verifica-se assiduamente na Rua Mateus Fernandes, na Covilhã,
Não chegam as muitas reclamações
apresentadas aos carteiros, porquanto há, na generalidade, uma desculpa.
Nestas últimas semanas, chegou-se
ao desplante de um semanário que tem assinatura paga atempadamente não ser
depositado na minha caixa do correio durante várias semanas.
Apesar da boa vontade do editor
do jornal em me enviar outro, preferi ir à banca e adquiri-lo, uma vez que
gosto de notícias frescas.
O distribuidor, talvez perturbado
pela reclamação que teria chegado ao seu serviço, veio informar-me,
caricatamente, que os jornais deveriam ficar pendurados no cimo da caixa do
correio. Informei-o que chego a meter a mão no interior da caixa, que é
pequena, e nada disto aconteceu, insinuando assim que os jornais estariam na
caixa do correio. Como era possível todos lá se encontrarem?!
Agora é um quinzenário que deixou
de me ser colocado na caixa do correio, também com a assinatura atempadamente
liquidada. Como o editor garantiu que tinham enviado todos os jornais aos
destinatários, fui confirmar se na Biblioteca Municipal da Covilhã lá estava. De
facto, estava… Só o meu é que não
recebi.
Um problema com que alguns
moradores se debatem há anos, não obstante a Rua Mateus Fernandes, na Covilhã,
estar bem situada e sem obstáculos.
Será que não pode haver uma
chamada de atenção para os irresponsáveis por tal conduta?
Espero que esta publicação possa
agitar as mentes dos causadores destes problemas.
João de Jesus Nunes
Covilhã
jjnunes6200@gmail.com


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